O Sampa Valley foi desenhado para ser resiliente: começa com editais públicos já mapeados e escala conforme parceiros privados entram. Sem cheque-em-branco. Sem promessa vazia.
Capacitação de 15.000 empreendedores locais com apoio pedagógico da FGV e espaço operacional cedido pela FAAP. Formalização, gestão e educação financeira aplicada.
Inclusão de 13.500 pequenos comércios tradicionais no ecossistema de e-commerce, gestão e ferramentas de Inteligência Artificial aplicadas ao varejo de rua.
Atração de 3 milhões de visitantes adicionais via roteiros históricos mediados por Realidade Aumentada e QR Codes integrados ao patrimônio do Triângulo Histórico.
Criação de um hub físico em prédio histórico restaurado (retrofit) para abrigar 35 startups em 3 anos. Conexão direta com fundos, corporações e universidades.
Equipe dedicada, auditoria independente e indicadores públicos. Cada centavo captado vira impacto rastreável — pré-requisito para investidores institucionais.
Três cenários de captação cobrem cada estágio do Sampa Valley. Mesmo no piso, a operação roda. Cada nova entrada de parceiro escala — não substitui — o cenário anterior.
Lei Rouanet, ProAC, Sebrae e fundos municipais. Garante operação base mesmo sem patrocinadores privados âncora — o projeto começa de pé.
Entrada de patrocinadores médios destrava o polo tecnológico físico e dobra a capacidade de capacitação de empreendedores.
Operação plena dos 5 eixos. Hub tech ocupando edifício histórico inteiro, programas de aceleração e expansão para outros perímetros do Centro.
A combinação entre território/legitimidade (AVC) e tecnologia/metodologia (IBI) é o que torna o projeto possível.
Mais de 30 anos articulando a reabilitação urbana do Centro Histórico de SP, conectando setor privado, poder público e sociedade civil.
Conhecer a AVCHubs tecnológicos, programas de aceleração, capacitação digital e experiência operando editais públicos em todo o país.
Conhecer o IBI